Feliz ano novo, velho!

E daí? O que torna aquele instante que divide o dia 31/12 do dia 01/01 tão especial?

O que representa esse momento frente aos outros tantos intervalos inquantificáveis que se somam ao continuum? O que há nele de melhor (ou diferente) de agora? ... Ou agora? ... Ou agora, por exemplo?

Tudo o que se lançar verticalmente ao espaço ficará imóvel durante um desses intervalos desprezíveis antes de acelerar rumo ao solo. Esse sim me parece ter algo especial. O tempo, embora metaforicamente lançado ao espaço, não muda de direção.

Feliz ano novo, velho.

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