Em uma das nossas reuniões semanais, o Ronaldo Suffi propôs criarmos um momento recorrente para quem estava usando IA de forma mais avançada mostrar para os outros desenvolvedores do grupo o que estava descobrindo.
Sem pauta fechada, sem obrigatoriedade. Quem quer mostrar, mostra. Quem quer aprender, aparece. Não foi uma diretriz da Creditas. Não veio de um planejamento estratégico. Veio de uma necessidade real das pessoas do time, num fórum que a gente usa justamente para esse tipo de troca.
Foi assim que o “Claude With Me” nasceu.
Participei de algumas sessões como ouvinte. Observei pessoas enxergando possibilidades de uso que ainda não tinham experimentado, perguntas surgindo durante as demonstrações, um uso que já existia se tornando mais efetivo pelo simples ato de trocar, não precisei criar uma métrica ou exigência de participação.
Quem apresentou, apresentou porque queria compartilhar. Quem foi, foi porque
queria aprender. E tenho certeza que se alguém não estava muito interessado no começo também embarcou, pelo receio de ficar de fora. É muito mais efetivo do que colocar um deadline para assistir um curso e depois verificar a frequência de quem não foi (me lembrei de outro caso de sucesso, quando ajudei a criar uma “Universidade” dentro de uma empresa tradicional, mas essa história fica pra outro post)
Isso me confirmou uma coisa em que acredito sobre liderança: iniciativas que
emergem das pessoas, da necessidade real delas, tendem a fluir e encontrar um formato mais adequado do que rituais criados por quem está distante do dia a dia.
O conhecimento estava criando o seu próprio caminho para ser difundido. E quando isso acontece, você não precisa forçar nada.
A iniciativa ficou tão boa que propus apresentá-la num All Hands técnico para
espalhar para o restante da empresa.
Nas fotos, as pessoas que fizeram isso acontecer, com os depoimentos de cada uma sobre o que o Claude With Me representou para o trabalho delas.




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